O Homem das Medalhas


 
As manhãs de domingo são especias, pois nelas posso encontrar-me com irmãos e amigos que professam a mesma fé cristã, intensificar o fogo que em meu coraçãé testado a cada dia da longa semana. Já cedo posso fortalecer a esperança da minha fé… É um momento único e especial na vida dos cristãos no mundo inteiro essa recordação da obra de Cristo. Domingo é dia de alimentar a alma, de ouvir a Palavra e ser desafiado por ela. Graças a Deus, a comunidade onde estou tem um cuidado especial para com esses momentos de estudar, meditar sobre e na Palavra que revela o Verbo de Deus. Graças a Deus, à época dessa estória, estava como ensinador nessa comunidade; mais aprendi do que ensinei, devo confessar. Nossas portas estão sempre abertas e todos são bem vindos. É comum a entrada das mais diversas pessoas, desde políticos até mendigos. E ambos tem lugar em nossos cultos. Todos são convidados a participar… É claro que ainda precisamos de muito aperfeiçoar em nossas vidas para sermos verdadeiros acolhedores… Mas, pela Graça, vamos caminhando.

Resenha: Girl Boss


 
Título: Girl Boss
Autora: Sophia Amoruso
Páginas:248
Editora: Sextante
Ano : 2015
Classificação: 4/5

Sinopse: 
Sophia Amoruso passou a adolescência viajando de carona, furtando em lojas e revirando caçambas de lixo. Aos 22 anos ela havia se conformado em ter um emprego, mas ainda estava sem grana, sem rumo e fazendo um trabalho medíocre que assumiu por causa do seguro-saúde. Foi aí que Sophia decidiu começar a vender roupas de brechó no eBay. Oito anos depois, ela é a fundadora, CEO e diretora criativa da Nasty Gal, uma loja virtual de mais de 100 milhões de dólares, com mais de 350 funcionários. Além da história de Sophia, o livro cobre vários outros assuntos e prova que ser bem-sucedido não tem nada a ver com a sua popularidade; o sucesso tem mais a ver com confiar nos seus instintos e seguir a sua intuição. Uma história inspiradora para qualquer pessoa em busca do seu próprio caminho para o sucesso.

Crisol


 
“O crisol é para a prata, e o forno para o ouro, e o homem é provado pelos louvores que recebe”. Provérbios 27.21 (Citação da Bíblia)

Os últimos anos têm sido anos de crise. Conversamos nas filas da vida e essa palavra aparece mais de uma vez. Ligamos a televisão, e lá está ela. A crise, generalizada e aterrorizante, não poupa a ninguém e anda a tirar o sono de muita gente. Acabamos no uso comum da palavra gastando seu significado original e, particularmente, acho isso uma dádiva: o dicionário é o lugar das palavras mortas, a palavra ganha vida no seu uso cotidiano. Logo, o melhor a se afirmar é que o uso comum da palavra dá uma polimorfia de sentidos a ela. Crise se torna o que queremos evitar, o lugar ruim que não gera nenhum fruto ou possibilidade. É a escassez, o arrocho ruim que ninguém esperava. Porém, se olharmos bem na raiz da palavra crise, encontramos um surpreendente sentido. Antes, porém, falemos do Crisol, pois você leitor deve estar curioso em saber o que é esse tal título.

Resenha: A Mágica da Arrumação


 
Título: A Mágica da Arrumação
Autores: Marie Kondo
Páginas:160
Editora: Sextante
Ano : 2011
Classificação: 5/5

Sinopse: 
A mágica da arrumação se tornou um fenômeno mundial por apresentar uma abordagem inovadora para acabar de vez com a bagunça. Aos 30 anos, a japonesa Marie Kondo virou celebridade internacional, uma espécie de guru quando o assunto é organização.
Seu método é simples, porém transformador. Em vez de basear-se em critérios vagos, como “jogue fora tudo o que você não usa há um ano”, ele é fundamentado no sentimento da pessoa por cada objeto que possui.
O ponto principal da técnica é o descarte. Para decidir o que manter e o que jogar fora, você deve segurar os itens um a um e perguntar a si mesmo: “Isso me traz alegria?” Você só deve continuar com algo se a resposta for “sim”.

Nunca Pare na Pista


Talvez uma das coisas mais desprezadas das estradas são as sinalizações. Muita gente não observa as placas que indicam possibilidade de ultrapassagem ou a proibição da mesma, ou qual a velocidade a ser respeitada naquele trecho. Além de informativas, as placas servem para advertir sobre riscos e instruir sobre determinadas ações necessárias ao condutor naquela via. Enquanto viajo, nas idas e vindas da universidade ou à passeio, sempre gosto de observar as placas. Não só por um exercício prudente, já que elas estão lá por um justo motivo, mas por algumas delas sempre me chamarem atenção a fatos da minha vida mesmo. Uma que sempre me faz pensar é a “Nunca Pare na Pista”.
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